segunda-feira, 25 de abril de 2011

» Entrevista com Padre Wagner Ferreira
Padre Wagner Ferreira
Padre Wagner Ferreira
"João Paulo II nos ensina que devemos assumir com o Senhor um compromisso para sempre"

Agora sim os fiéis podem incluir o nome de João Paulo II na ladainha dos beatos reconhecidos pela Igreja Católica Apostólica Romana. A beatificação do primeiro papa polonês, Karol Wojtyla, acontecerá em primeiro de maio, no Vaticano, e será presidida por Sua Santidade o Papa Bento XVI.

São esperados dois milhões e meio de pessoas do mundo inteiro para a beatificação de João Paulo II. Depois da missa, a urna ficará exposta em frente ao altar central da Basílica de São Pedro para que todos tenham a oportunidade de visitá-lo.

A multidão presente na Praça São Pedro, no funeral de João Paulo II, informalmente o aclamou santo súbito. Apesar de o Vaticano ter regras rígidas para dar início ao processo de canonização, o Papa Bento XVI concedeu uma autorização especial. Ele permitiu a abertura imediata da causa de Karol Wojtyla em 2006, reconhecendo-o como Servo de Deus.

Padre Wagner Ferreira, Formador Geral da Comunidade Canção Nova, durante dois anos morou em Roma durante o Pontificado de João Paulo II. Nesta entrevista, ele fala sobre este marcante evento na história da Igreja e sobre o testemunho de santidade que João Paulo II nos deixou.

No áudio abaixo, você confere este depoimento na íntegra:






cancaonova.com: Padre Wagner, o que representa para a Igreja – e de forma particular, para a Canção Nova – a beatificação de João Paulo II?


Padre Wagner: Primeiramente, eu vejo que João Paulo II deixou para nós muitos testemunhos. E eu destacaria hoje, dentre esses tantos testemunhos, as viagens que ele fez. Por onde João Paulo II passou, ele deixou uma marca nas autoridades civis, políticas e militares. E, sobretudo, deixou uma marca no coração do povo de Deus. Ele conseguiu ir a lugares onde a relação entre a Igreja e o governo local era tensa. Portanto, o que representa João Paulo II? Representa esta capacidade de ser um homem de Deus, profundamente aberto ao diálogo com quem pensa diferente. João Paulo II fez isso – em diversas ocasiões - com os líderes religiosos do mundo inteiro. E este testemunho que ele nos deixou é algo que nós, cristãos e católicos, precisamos aprender: termos consciência da Boa Nova de Jesus Cristo e, ao mesmo tempo, sermos homens e mulheres de Deus, que acolhem o próximo e se mostram abertos ao diálogo. Certamente, João Paulo II era um homem de esperança. E suas atitudes eram fruto desta confiança em Deus e naquilo que graça d'Ele podia produzir no coração das pessoas.

E, para a Canção Nova, a beatificação de João Paulo é algo maravilhoso, pois a missão da Canção Nova é evangelizar. E a nossa evangelização acontece sem fronteiras. Ela acontece preferencialmente e não exclusivamente através dos meios de comunicação. E esta evangelização exige que cada membro da Canção Nova vá de encontro às pessoas. E isso não como “donos da verdade”, impondo-a aos outros. Mas sim ir até elas com a Verdade no coração e estabelecendo um diálogo, respeitando as diferenças e comunicando com ousadia e coragem o Evangelho mesmo diante das adversidades, a exemplo do que fez João Paulo II.


cancaonova.com: João Paulo II foi um homem que marcou a história com traços fortes de santidade e de intensa vida interior. Qual a importância dessa vida interior?

Padre Wagner: Quando falamos de vida interior, estamos falando de espiritualidade. Estamos nos referindo àquela graça que o Senhor nos dá em ter um encontro pessoal com Ele através da vida de oração. João Paulo II era, sem dúvida, um homem de oração. Muitos bispos testemunham que João Paulo II tinha o hábito de prostrar-se, ou seja, ficar deitado sobre o chão de sua capela particular - em adoração - diante do Santíssimo Sacramento. Ele foi um homem de grandes iniciativas, com um enorme empenho missionário. E o fundamento de tudo isto estava em seu encontro com o Senhor dentro do próprio coração. Isto, para nós, é uma lição. Um testemunho a ser imitado. Não há como nós – no mundo em que vivemos – sermos autênticos cristãos sem uma vida interior, uma vida de oração.


cancaonova.com: Logo depois de ser eleito Papa, João Paulo II assim nos exortou: “Não tenhais medo!”. Apontando sempre caminhos de reconciliação e paz, viajou por todo o mundo, correndo todos os riscos, na atualização da missão de Jesus Cristo, em incansáveis ações de nova evangelização. No caminho de santidade, qual a importância de ser missionário?

Padre Wagner: As viagens de João Paulo II a diversos lugares do mundo são um testemunho forte de que ele tinha consciência de ser um Papa missionário, evangelizador. Ele sabia que, como o “Vigário de Cristo” na terra, ele precisa ir ao encontro dos povos. Acima de tudo, ele testemunha para nós que todo batizado traz, consigo, a vocação à missão. E, aqui, eu não falo somente da realidade dos missionários que vão ao encontro de outras culturas para levar a Boa Nova, mas também daquela realidade missionária diante daqueles com os quais convivemos diariamente. A começar pelas pessoas de nossa própria família que precisam ser salvas e chegar ao conhecimento de Jesus Cristo.

Pela força do Sacramento do Batismo nós, cristãos, devemos viver esta realidade da missão. É preciso anunciar Jesus Cristo, onde o Senhor nos coloca. E não ter medo – como disse João Paulo II – de enfrentar os desafios deste mundo e as dificuldades próprias da vida.



"João Paulo II viveu um amor marcado pela perseverança", explica padre Wagner Ferreira

Foto: Maria Andreia / CN


cancaonova.com: João Paulo II sempre manifestou uma particular atenção e carinho para com as crianças, os mais pobres e os mais frágeis. E seu maior gesto evangélico foi a visita ao seu agressor, na prisão, e a longa conversa que manteve com ele, num gesto ousado de perdão, repleto da compaixão de Deus. No caminho de santidade qual a importância de ser caridoso?

Padre Wagner: João Paulo II deixou-se conduzir pelo mandamento do Senhor: “Amai-vos uns aos outros como eu vos amei”. Somos chamados a testemunhar, neste mundo, que Deus é amor. E este testemunho se dá pela prática concreta do mandamento do amor. João Paulo II viveu isto em várias situações. E, nesta atitude do perdão ao seu agressor, João Paulo II encarnou o mandamento do amor. Isto não pode se tornar simplesmente um modelo a ser admirado. É necessário que a atitude de João Paulo II seja vivida por cada um de nós. Diante de sua beatificação, pedimos sua intercessão para que tenhamos a graça de viver o mandamento do amor em gestos concretos de caridade aos mais necessitados. E também pedimos a intercessão de João Paulo II para vivermos o amor dentro do contexto do perdão. Perdão dentro de casa com nossos familiares. Aprendermos a dar e a pedir perdão. É este lindo testemunho que João Paulo II nos dá.


cancaonova.com: De modo humilde e sereno, João Paulo II encarou a sua doença e, mesmo já gravemente enfermo e na despedida deste mundo, deu-nos muitas lições, como mestre e pastor até ao fim. No caminho de santidade qual a importância do testemunho de fé?

Padre Wagner: Vivemos num contexto cultural onde as coisas são “instantâneas”, muito rápidas e até mesmo provisórias. Tudo hoje em dia é muito provisório. Até mesmo em relação aos compromissos que hoje assumimos e amanhã já desfazemos! E, diante disto, surge o testemunho de João Paulo II que enfrentou sua enfermidade até o fim. E enfrentou trabalhando, vivendo seu compromisso como o Sucessor de Pedro. Ele deu um testemunho de amor a Deus e por Deus, ou seja, de amor à humanidade e à Igreja. Um amor perseverante. Um amor que assume compromissos. Um amor que não “deixa de lado” seu compromisso por causa de eventuais dificuldades.

Este testemunho de João Paulo II nos ensina que devemos assumir com o Senhor um compromisso para sempre. João Paulo II nos revela este amor “teimoso”. Este amor que não abre mão diante das adversidades e dos desafios. Um amor que enfrenta até o fim. Que bom seria, se cada um de nós pudesse viver este amor nos compromissos com nossa família! Marido e esposa, dentro do compromisso conjugal. Pais e filhos, em suas relações. Nós, cristãos, no compromisso com nossa comunidade. Viver este amor marcado pela perseverança.


cancaonova.com: Deixe sua mensagem final aos internautas que acompanham esta entrevista e que, de forma especial, se alegram neste momento com a beatificação desse grande homem de Deus. Aproveito também para lhe pedir que o senhor nos envie a sua bênção.

Padre Wagner: A vida de João Paulo II é um apelo de Deus à santidade. Ele já está na glória de Deus. Mas, ele está na glória de Deus, pela docilidade à Graça divina durante toda sua vida aqui na terra. Fica para nós este apelo: meus irmãos, minhas irmãs, vale a pena a santidade! Não existe felicidade maior na vida de uma pessoa do que se tornar santo, santa. Mesmo com todas as dificuldades da vida, as adversidades, os problemas e sofrimentos que enfrentamos. Vale a pena. Para mim, a beatificação de João Paulo II ecoa em meu coração como um apelo à santidade. E que isto fique para cada um de nós.

Portanto, invocamos a bênção de Deus pela intercessão deste beato, Karol Wojtyła, o Papa João Paulo II. Esse Deus que é Todo Poderoso: Pai, Filho e Espírito Santo. Amém.



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cancaonova.com

domingo, 24 de abril de 2011

                  
                          A vida ressurgiu!
O sepulcro está vazio, a vida vence a morte, o Senhor ressuscitou!
Em Jesus ressuscitado nos tornamos novas criaturas e recebemos a vida em plenitude.
Que nesta páscoa, o amor, a alegria e a esperança, invadam nossos corações em festa, para sermos sinais da ressurreição de Jesus em meio à obra da criação, que “geme em dores de parto” (Rm 8,22).
       FELIZ E SANTA PÁSCOA!
                     23/04/2011

   
                

sexta-feira, 22 de abril de 2011

A história da Via-sacra

A Via-sacra é o caminho que se estende entre a Fortaleza Antonia e o Gólgota, ao longo do qual Jesus carregou a cruz. O exercício religioso, muito usual no tempo da Quaresma, teve origem na época das Cruzadas, por volta dos séculos XI e XIII. Os fiéis que percorriam os lugares sagrados da Paixão de Cristo na Terra Santa, quiseram reproduzir no Ocidente a peregrinação feita ao longo da Via Dolorosa em Jerusalém.
O número de estações ou etapas dessa caminhada foi sendo definido paulatinamente, chegando à forma atual, de quatorze estações, no século XVI. O Papa João Paulo II introduziu, em Roma, a mudança de certas cenas desse percurso não relatadas nos Evangelhos por outros quadros narrados pelos evangelistas. A nova configuração ainda não se tornou geral. O exercício da Via-sacra tem sido muito recomendado  e praticado pelos Sumos Pontífices, pois ocasiona frutuosa meditação da Paixão do Senhor Jesus.
Por Via-sacra entende-se um exercício de piedade segundo o qual os fiéis percorrem mentalmente com Cristo o caminho que O levou do Pretório de Pilatos até o monte Calvário; compreende quatorze estações ou etapas, cada qual apresenta uma cena da Paixão a ser meditada pelo discípulo de Cristo.
Desde de 1300, os franciscanos da Custódia da Terra Santa, todas as sextas-feiras à tarde, conduzem uma piedosa procissão rezando a Via-sacra, para acompanhar os passos de Jesus a caminho da execução no calvário.

Fonte:www.cancaonova.com.br
Quem não sabe ser filho, não sabe ser servo

Vera Lúcia Reis
Foto: Maria Andreia / CN
A Palavra de Deus tem a força de libertar, vamos pegar o Evangelho de João capítulo 13, versículos de 1 ao 15.

A Palavra nos fala deste tempo que Jesus está vivendo. Jesus sabe que chegou a hora de concretizar aquilo porque Ele se encarnou.

Jesus veio para mostrar que Deus é o nosso Pai. Um Deus que está dentro de nós, no meio de nós, e Ele é por nós. Um Deus que revelou o ápice de amor a nós, estávamos condenado a morte e Jesus veio nos salvar.

A essência de Deus é amor. Se Deus deixar de amar Ele deixa de ser Deus, Ele só sabe amar, é da natureza de Deus amar. É importante que eu e você sejamos convencidos desta boa noticia que Deus é amor. Jesus é aquele que só sabe amar, e a comunhão de amor entre Pai e o Filho gera o Espírito Santo.

Deus nos ama, não pelo que fazemos, mas pelo que somos. Deus nos ama pela gratuidade do Pai. Jesus ama porque Ele se deixou ser amado pelo Pai. A vida cristão consiste em seguir e amar Jesus.

Quando Pedro se nega a Jesus lhe lavar os pés, mas Jesus diz a ele: “Se eu não te lavar, não terás parte comigo”.

É preciso acolher e dizer sim ao amor do Pai da mesma forma que Deus ama a Jesus. Precisamos fazer a experiência do amor do Pai, e a consequência é o servir. Jesus deu testemunho que o primeiro é aquele que serve. E ele serviu até o fim, mas este serviço e doação está baseado na experiência primeiro do amor de Deus.

Independente do seu pecado Deus continua te amando porque o amor de Deus não tem condição, Ele nos ama do jeito que somos. Eu e você não somos órfãos.

Quem não sabe ser filho, não sabe ser servo. Quem não acolhe Deus como Pai, não consegue entender a vida.
"Abrir ao amor de Deus é a condição para o seguimento.", afirma Vera Lúcia
Foto: Maria Andreia / CN

Deus está dentro, Ele não nos abandona. Quem não se deixa amar, não sabe amar. Você pode fazer qualquer escolha, mas a palavra nos dá uma ordem: “Escolhe pois a vida”. È uma lei natural do ser humano amar e ser amado.

Deus nos vê e nos ama. E ele olha não para nos acusar. Qual a mãe que deixa de amar o seu filho porque ele enveredou pelos caminhos da drogas. Qual a mãe que faz tudo para vê seus filhos se livrar da droga. Deus não deixa de nos amar ainda nos nossos pecados.

Abrir ao amor de Deus é a condição para o seguimento.

Transcrição e adaptação: Elcka Torres

 Fonte:http://www.cancaonova.com/portal/canais/eventos/novoeventos/cobertura.php?cod=2532&pre=6935&tit=Quem%20não%20sabe%20ser%20filho,%20não%20sabe%20ser%20servo


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terça-feira, 19 de abril de 2011

Mãe recusa recomendação de médicos e decide não abortar


Vanessa Luciano, de 22 anos, tem uma história semelhante à de Santa Gianna Beretta. Com problemas na gravidez, os médicos recomendaram que ambas fizessem um aborto para preservar a própria vida. Vanessa, assim como a santa italiana, acreditou no milagre de Deus e não concordou com a medicina.
Natural de Solânea, na Paraíba, ela e o esposo, Pedro Augusto, de 27 anos, queriam muito a criança e ficaram espantados com a notícia de um problema. “Quando estava grávida de dois meses resolvi ir para São Paulo ver minha família e conhecer a Canção Nova. Mas, antes disso, eu marquei uma ultrassonografia para tentar descobrir o sexo do bebê. Foi aí que o médico detectou que havia algo errado com minha gravidez, pois o líquido amniótico estava abaixo do normal”, explicou.
"Ela nasceu e viveu por 17 horas, as horas mais felizes de nossas vidas e que apagou todo nosso sofrimento”, conta Vanessa
Foto: Arquivo pessoal

Depois do susto, Vanessa passou por uma série de internações e exames até descobrir que seu bebê não tinha os rins. “De início eles achavam que minha bolsa já havia rompido, mas depois de vários exames, de um procedimento de infusão de líquido na barriga e de uma ultrassonografia morfológica, aos quatro meses de gestação, os médicos detectaram que nossa filha não tinha os rins e que ela não sobreviveria”.
Para confirmar o diagnóstico, o casal viajou para São Paulo a fim de realizar uma nova consulta. Os médicos comprovaram o quadro e deram uma sugestão a Vanessa e a Pedro: entrar na justiça para tirar a criança. Atualmente, no Brasil, o aborto é considerado crime, exceto em duas situações: de estupro e de risco de vida materno. Há ainda uma terceira possibilidade, quando da constatação de crianças malformadas, especialmente anencéfalas.

“A médica disse que ela ainda morreria na minha barriga, nos bateu um medo muito grande, mas sempre pedimos ao Senhor que Ele fizesse em primeiro lugar a Sua vontade. Se Ele nos deu o bebê, somente Ele podia tirar. Viemos embora para casa e aí começou uma nova luta, a de não perder a fé em Deus e conseguir enxergá-lo no nosso sofrimento”, testemunhou a jovem, explicando ainda a importância da comunidade católica nesse processo. “A Canção Nova foi fundamental para nos dar forças. Com ela, percebermos que o Senhor estava sempre conosco, principalmente nos momentos difíceis. Entramos numa constante oração assistindo à CN, participando de todos os momentos”.
O bebê de Vanessa e Pedro não tinha rins e sobreviveu apenas por 17 horas
Foto: Arquivo pessoal

No dia 18 de janeiro deste ano, faltando três dias para completar sete meses de gestação, nasceu a pequena Melissa Vitória de parto cesariana. “17 horas depois do nascimento ela foi para os braços do Pai, mas reconhecemos o milagre de Deus na nossa vida, mesmo ela não tendo sobrevivido. A médica dizia que ela morreria ainda dentro da minha barriga, mas ela nasceu e viveu por 17 horas, as horas mais felizes de nossas vidas e que apagou todo nosso sofrimento”, partilhou.
Para Vanessa, Deus sempre está do lado dos Seus filhos e usa de diversos meios para confortar nossas dores. “Deus nos deu forças para jamais desistirmos da nossa filha, e a Canção Nova foi canal, instrumento da graça e do amor do Pai por nós. Uma forma que encontramos para agradecer à comunidade por tudo foi nos tornando sócios evangelizadores. Queremos que possam continuar ajudando a muitas outras pessoas”, concluiu.
Este testemunho é a prova de que a missão da Canção Nova é levar as pessoas a terem uma experiência pessoal com Jesus. Você já viveu uma experiência de fé por intermédio da comunidade católica? Testemunhe a graça alcançada nos comentários desta matéria.

Seja um sócio evangelizador, escolha uma das opções abaixo: