quinta-feira, 14 de abril de 2011
Aquele que é filho de Deus é vocacionado ao amor
Jimmy
Foto: Wesley Almeida/cancaonova.com
A primeira vocação para a qual Deus nos chamou e nos predestinou foi a de sermos Seus filhos. Ele confiou a nós este planeta maravilhoso para vivermos a alegria e a felicidade. Só podemos ser aquilo que o Pai é. Você que é pai e mãe espera que seus filhos se espelhem nas coisas boas que você tem, não é? Você os forma para que eles cresçam e adquiram suas qualidade e as de seu cônjuge. Deus também quer isso de nós, Ele quer que sejamos parecidos com Ele.
Aquele que é filho de Deus é vocacionado ao amor. Temos de ser a “cara” do Pai. Precisamos dizer “sim” a Deus e acolher a graça que Ele nos dá de sermos amor e vivermos essa realidade. Nós todos temos nossos projetos, planos traçados em nossa vida, mas quando assumimos o chamado do Senhor, damos nosso “sim” aos planos d'Ele para nós, porque, como Pai, Ele sabe o que é melhor para nós. E assim, Ele vai revelando seus planos.
Quantas vezes, nós erramos porque desobedecemos aos nossos pais! Lembro-me de que minha mãe sempre lutou para que eu tivesse uma vida santa, um namoro casto; ela sempre se preocupou com minhas amizades. De fato, as más companhias fizeram um estrago na minha sexualidade, na minha pureza, mas Deus quis que eu entendesse a necessidade de viver a santidade e O escutasse, como eu deveria ter escutado meus pais. Deus, com Seu amor infinito, me tirou das situações de pecado.
Hoje, o Pai nos chama à santidade, porque sabe quais caminhos devemos trilhar. Muitas vezes, os filhos são só teimosia, mas o Senhor quer que retomemos a experiência de sermos Seus filhos.

O mundo hoje tem paganizado as coisas, fazendo com que Deus desapareça de nossa vida. Mas o Senhor gritando em nossos ouvidos os planos de felicidade que Ele tem para nós. Creia no amor de Deus, busque-O, deixe-se ser encontrado por Ele, faça essa experiência de amor, porque você só pode ser feliz quando assume sua vocação.
Meus irmãos, Jesus chamou Seus discípulos e os convidou a segui-Lo. Estes homens, atraídos pelo amor de Deus, deixaram tudo e tiveram suas vidas transformadas. Não se conforme com este mundo, deixe tudo para trás e viva o chamado que Deus tem para você.
Jesus está gritando ao nosso coração para fazer de nós pessoas felizes, mas o inimigo de Deus quer roubar a nossa vocação. Os prazeres deste mundo têm roubado muitas vocações, principalmente por meio da sexualidade, porque o maligno sabe muito bem que, fazendo com que os filhos de Deus sejam imorais na sexualidade, é mais fácil nos derrubar.
Deus é a sua força para caminhar na santidade. Somos uma Igreja peregrina, pois fomos feitos para a eternidade. Por isso precisamos assumir a nossa vocação, para alcançarmos a Igreja celeste, onde teremos a alegria eterna.
O Senhor quer resgatar a juventude, para que esta dê uma resposta diferente. Vamos transformar este mundo! A sua mudança de vida vai incomodar a muitos, mas você precisa semear o amor de Deus nos outros. Vale a pena amar! Dê essa resposta de amor a Jesus.
Transcrição e adaptação: Michelle Mimoso
Adquira essa pregação pelo telefone
(12) 3186-2600
Aquele que é filho de Deus é vocacionado ao amor. Temos de ser a “cara” do Pai. Precisamos dizer “sim” a Deus e acolher a graça que Ele nos dá de sermos amor e vivermos essa realidade. Nós todos temos nossos projetos, planos traçados em nossa vida, mas quando assumimos o chamado do Senhor, damos nosso “sim” aos planos d'Ele para nós, porque, como Pai, Ele sabe o que é melhor para nós. E assim, Ele vai revelando seus planos.
Quantas vezes, nós erramos porque desobedecemos aos nossos pais! Lembro-me de que minha mãe sempre lutou para que eu tivesse uma vida santa, um namoro casto; ela sempre se preocupou com minhas amizades. De fato, as más companhias fizeram um estrago na minha sexualidade, na minha pureza, mas Deus quis que eu entendesse a necessidade de viver a santidade e O escutasse, como eu deveria ter escutado meus pais. Deus, com Seu amor infinito, me tirou das situações de pecado.
Hoje, o Pai nos chama à santidade, porque sabe quais caminhos devemos trilhar. Muitas vezes, os filhos são só teimosia, mas o Senhor quer que retomemos a experiência de sermos Seus filhos.
"Não se conforme com este mundo, deixe tudo para trás e viva o chamado que Deus tem para você."
Foto: Wesley Almeida/cancaonova.com
O mundo hoje tem paganizado as coisas, fazendo com que Deus desapareça de nossa vida. Mas o Senhor gritando em nossos ouvidos os planos de felicidade que Ele tem para nós. Creia no amor de Deus, busque-O, deixe-se ser encontrado por Ele, faça essa experiência de amor, porque você só pode ser feliz quando assume sua vocação.
Meus irmãos, Jesus chamou Seus discípulos e os convidou a segui-Lo. Estes homens, atraídos pelo amor de Deus, deixaram tudo e tiveram suas vidas transformadas. Não se conforme com este mundo, deixe tudo para trás e viva o chamado que Deus tem para você.
Jesus está gritando ao nosso coração para fazer de nós pessoas felizes, mas o inimigo de Deus quer roubar a nossa vocação. Os prazeres deste mundo têm roubado muitas vocações, principalmente por meio da sexualidade, porque o maligno sabe muito bem que, fazendo com que os filhos de Deus sejam imorais na sexualidade, é mais fácil nos derrubar.
Deus é a sua força para caminhar na santidade. Somos uma Igreja peregrina, pois fomos feitos para a eternidade. Por isso precisamos assumir a nossa vocação, para alcançarmos a Igreja celeste, onde teremos a alegria eterna.
O Senhor quer resgatar a juventude, para que esta dê uma resposta diferente. Vamos transformar este mundo! A sua mudança de vida vai incomodar a muitos, mas você precisa semear o amor de Deus nos outros. Vale a pena amar! Dê essa resposta de amor a Jesus.
Transcrição e adaptação: Michelle Mimoso
Adquira essa pregação pelo telefone
(12) 3186-2600
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Formações
Exercícios quaresmais
Propiciam conquistas que não se alcançam por outros caminhos
Os exercícios quaresmais, na vivência litúrgica, oferecida pela Igreja Católica como preparação para a celebração da Páscoa do Senhor Jesus, o Salvador do mundo, são riquezas de um caminho que constituem uma das páginas insubstituíveis na qualificação da vida de todos. Esses exercícios trazem consequências e resultados mais fecundos na participação de cada pessoa na grande teia da cidadania, que cada um, em conjunto com outros, ajuda a tecer e manter. Exercícios que conquistam a saúde do corpo são indispensáveis, essa demanda gera na atualidade uma verdadeira indústria de serviços, que traz benefícios variados para além da questão estética, muitas vezes, buscada de maneira superficial na velocidade efêmera da vida que passa. É preciso também o suporte e a articulação com o que tece e sustenta a interioridade, o que está na mente e no coração. Com o que eiva a constituição cerebral de cada um com entendimentos, sentimentos e vivências. Propriedades de alimentar as transmissões que ali se operam para garantir, além do bem-estar, uma postura qualificada e madura diante da vida e na condução cotidiana.
Saúde não é apenas condição física. A interioridade é coluna mestra que a sustenta, uma coordenação articulada de energias e a constituição de vínculos e ligações que abrem a vida para a transcendência, para o infinito do amor de Deus. E, também, para cada outro, dando sentido ao viver, ao serviço que se presta e ao gosto de amar e comprometer-se com a vida de todos. Os exercícios quaresmais, na bimilenar tradição espiritual e litúrgica da Igreja Católica, à medida que são seguidos e vivenciados, propiciam conquistas que não se alcançam por outros caminhos e metodologias. Especial menção merece a busca da própria identidade e dos valores pessoais, pois ela alimenta a consistência indispensável enquanto constituição da fonte que sustenta o viver a cada dia e não nos permite perder o rumo da vida. Trata-se de uma qualificação da existência que faz das pessoas um instrumento da paz, em razão da profunda ligação e intimidade cultivadas com o Senhor Único da vida. Nada é mais precioso!
No Sermão da Montanha, o evangelista Mateus (capítulos 5 a 7) relata regras de ouro que Jesus ensina aos Seus discípulos, em vista de uma vida qualificada e vivida com gosto e proveito. O Mestre inclui na dinâmica dos exercícios que qualificam o discípulo a indicação da prática da esmola, da oração e do jejum. Na verdade, Jesus não propõe a prática de simples gestos descomprometidos. A esmola, mais do que a disponibilização do supérfluo, como muitas vezes se entende e pratica, aponta como significação o compromisso com a vida de todos - especialmente a dos pobres e dos miseráveis. Esse comprometimento implica uma compreensão da realidade que gera posturas cidadãs para traduzi-las em empenhos com causas e projetos. Define prioridades e dá, a quem se dispõe, a condição de porta-voz para fazer valer o direito de todos e a cabível opção preferencial pelos que precisam mais. A esmola é um gesto de partilha localizado na atitude de quem compreende seu compromisso de defender a vida, de forma incondicional, em todas as suas etapas, e trabalhar sem descanso para promovê-la. Suscita uma visão social e política da mais alta qualidade por colocar à luz da presença de Deus o outro, particularmente o pobre, que não tem o necessário, é enfermo, excluído ou sofredor, como centro de preocupações e de reverências.
Jesus inclui, ainda, na dinâmica desse exercício de qualificação da existência e do dom da vida, o jejum. Certamente parece obsoleta essa atitude, num tempo de tanta fartura, de desperdícios, contracenando com um mundo de pelo menos um bilhão de famintos. Jejuar é um exercício de correção de costumes e hábitos que nos levam a tratar o alimento com respeito, nos motiva a repartir nosso bocado com quem tem fome, superando a gula que despersonaliza e fomenta irracionalidades. É ainda um exercício que dá a temperança indispensável para não cairmos nos exageros da corrupção, dos apegos nascidos da voracidade que põem o indivíduo diante das coisas e dos bens.
Na riqueza das considerações possíveis das muitas vivências dos exercícios quaresmais há um verdadeiro tratado de ciência do bem viver e de qualificação da existência, que repercute na vida: a importante prática da oração. Essa indicação sábia de mestre a discípulos já foi pensada como hábito piegas. Aberturas e interesses por milenares práticas meditativas são sinais de que a cultura ocidental precisa e pode revisitar os tesouros de sua herança cristã, de modo a entendê-la, como no dizer de um autor do século quarto: “A oração é a luz da alma”. E adorná-la com modéstia e a luz resplandecente da justiça, temperando a conduta do orante com o sal do amor de Deus.
Dom Walmor Oliveira de Azevedo
Arcebispo metropolitano de Belo Horizonte
Fonte: http://www.cancaonova.com.br/
Arcebispo metropolitano de Belo Horizonte
Fonte: http://www.cancaonova.com.br/
Jovens faz passeio apos reunião de sabado 09/04/11
comemorando com os aniversariantes tri mestrais janeiro,fevereiro e março.
um feliz aniversario a todos em Crisro
domingo, 10 de abril de 2011
Que o Senhor nos desperte do sono da morte
Ressurreição e luz são dois temas intimamente ligados, porque são sinônimos da Salvação: “Se alguém caminha de dia, não tropeça; mas tropeçará, se andar de noite” (Cf. Jo 11,10).O tema central do Evangelho de hoje é a vida. Vida que foi restituída a Lázaro e que está ligada à amizade, ao amor fraterno, à compaixão, atitudes cristãs que estão presentes na glorificação de Deus, que é o destino dos homens e mulheres que crêem verdadeiramente. A vida verdadeira, que o Cristo trouxe, tem face humana e face divina, que se misturam.
A ressurreição de Lázaro é um dos maiores sinais de Jesus. Jesus, assim, vai manifestando a sua filiação divina, seu poder messiânico, sua missão salvadora, e provoca, cada vez mais, a admiração, a fé, o testemunho daqueles que são beneficiados pela sua ação evangelizadora. O próprio evangelista João anuncia que Jesus fez muitos outros sinais, e que estes sinais “foram escritos para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, em crendo, tenhais a vida” (Jo 20,30-31).
Assim, poderíamos afirmar que a vida do homem é a razão de ser da Encarnação de Jesus. Os milagres e sinais de Jesus foram efetuados para destacar a VIDA PLENA, a VIDA QUE SÓ ELE PODE NOS DAR.
Jesus afirmou: “EU SOU A VIDA; EU SOU O PAO DA VIDA, EU SOU A LUZ DA VIDA”. Jesus veio ao mundo para despertar a criatura humana do sono.
E esta vida nova só será possível àqueles que viverem, com dignidade, a grandeza do seu Batismo. Aderindo a Cristo, o batizado deve viver uma vida realmente nova, animada pelo Espírito de Cristo. Mas sem a fé, traduzida em obras, o Batismo ficará morto. A vida da fé batismal se verifica, se atualiza, por exemplo, quando ela transforma a sociedade de morte numa comunidade de vida, fraternidade e comunhão.
Como Lázaro, acolhamos a ordem de Jesus: “SAI PARA FORA”. Peçamos ao Senhor que nos desperte e ressuscite do sono da morte e nos revista da Sua imortalidade com a Celebração da Festa da Páscoa que se aproxima.
Padre Bantu Mendonça
Fonte:http://blog.cancaonova.com/homilia/
sábado, 9 de abril de 2011
Uma Questão de Escolha
O coração anda no compasso que pode. Amores não sabem esperar o dia amanhecer. O exemplo é simples. O filho que chora tem a certeza de que a mãe velará seu sono. A vida é pequena, mas tão grande nestes espaços que aos cuidados pertencem. Joelhos esfolados são representações das dores do mundo. A mãe sabe disso. O filho, não. Aprenderá mais tarde, quando pela força do tempo que nos leva, ele precisará cuidar dos joelhos dos seus pequenos. O ciclo da história nos direciona para que não nos percamos das funções. São as regras da vida. E o melhor é obedecê-las. Tenho pensado muito no valor dos pequenos gestos e suas repercussões. Não há mágica que possa nos salvar do absurdo. O jeito é descobrir esta migalha de vida que sob as realidades insiste em permanecer. São exercícios simples... Retire a poeira de um móvel e o mundo ficará mais limpo por causa de você. É sensato pensar assim. Destrua o poder de uma calúnia, vedando a boca que tem ânsia de dizer o que a cabeça ainda não sabe, e alguém deixará de sofrer por causa de seu silêncio. Nestas estradas de tantos rostos desconhecidos é sempre bom que deixemos um espaço reservado para a calma. Preconceitos são filhos de nossos olhares apressados. O melhor é ir devagar. Que cada um cuide do que vê. Que cada um cuide do que diz. A razão é simples: o Reino de Deus pode começar ou terminar, na palavra que que escolhemos dizer. É simples...
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Sábado, 09 de abril de 2011, 08h10
Bispos estão preocupados com possível desaparição do cristianismo
Da Redação, com ACI Digital
Os bispos europeus expressaram sua preocupação pela “situação de opressão” na qual vivem os cristãos do Oriente Médio e pelo “perigo de desaparecer o Cristianismo nos lugares onde nasceu e existiu por dois mil anos”.
Esta foi a tônica da sessão plenária de primavera da Comissão dos Bispos da Comunidade Europeia (COMECE), que teve como tema “A Igreja cristã no Magreb e no Mashriq”, revelou o Bispo de Rotterdam e Presidente desse organismo episcopal, Dom Adrianus van Luyn.
Ainda estamos chocados, disse o Presidente Van Luyn, com os atentados sanguinários contra a Igreja no Egito e no Iraque”, referindo-se às revoluções que nestes últimos meses se desenvolveram nos países do Norte da África, em nome da liberdade e da democracia.
“Apesar das evoluções das últimas semanas, a situação das minorias cristãs continua precária. É necessário protegê-las", disse ainda o presidente da COMECE.
Em seu discurso sobre a catástrofe que atingiu o Japão, Dom Van Lyn pediu uma reflexão sobre a utilização da energia nuclear e sobretudo no tocante ao estilo de vida que requer uso desproporcional de energia.
Sobre o caso do Egito, o Cardeal Antonios Naguib, advertiu para o risco de que o clamor dos jovens pela democracia poderia cair no esquecimento. "O movimento juvenil não tem líderes reconhecidos e nem estrutura para enfrentar as próximas eleições. Precisam de tempo!”, exclamou.
Outro fator de risco para a transição democrática no Egito, segundo o Cardeal Naguib, é o artigo 2 da Constituição, que prevê a lei islâmica como fonte principal do direito.
“Como Igreja decidimos não levantar a questão para não prejudicar a coesão nacional, deixando-a para quando a mudança da Constituição for tratada. Somos propensos à democracia e por isso nos preocupa este artigo ser mantido na implantação da futura Constituição” afirmou o purpurado recordando que “ no País a igualdade não é aplicada a todos igualmente”, apesar de termos artigos que prevejam isso.
Por sua parte, o arcebispo maronita do Chipre, Dom Yousseif, revelou que “os cristãos, como também disse o Sínodo para o Oriente Médio, são portadores de cultura e de esperança, de paz e de reconciliação”.
Fonte:http://noticias.cancaonova.com/noticia.php?id=281197
Esta foi a tônica da sessão plenária de primavera da Comissão dos Bispos da Comunidade Europeia (COMECE), que teve como tema “A Igreja cristã no Magreb e no Mashriq”, revelou o Bispo de Rotterdam e Presidente desse organismo episcopal, Dom Adrianus van Luyn.
Ainda estamos chocados, disse o Presidente Van Luyn, com os atentados sanguinários contra a Igreja no Egito e no Iraque”, referindo-se às revoluções que nestes últimos meses se desenvolveram nos países do Norte da África, em nome da liberdade e da democracia.
“Apesar das evoluções das últimas semanas, a situação das minorias cristãs continua precária. É necessário protegê-las", disse ainda o presidente da COMECE.
Em seu discurso sobre a catástrofe que atingiu o Japão, Dom Van Lyn pediu uma reflexão sobre a utilização da energia nuclear e sobretudo no tocante ao estilo de vida que requer uso desproporcional de energia.
Sobre o caso do Egito, o Cardeal Antonios Naguib, advertiu para o risco de que o clamor dos jovens pela democracia poderia cair no esquecimento. "O movimento juvenil não tem líderes reconhecidos e nem estrutura para enfrentar as próximas eleições. Precisam de tempo!”, exclamou.
Outro fator de risco para a transição democrática no Egito, segundo o Cardeal Naguib, é o artigo 2 da Constituição, que prevê a lei islâmica como fonte principal do direito.
“Como Igreja decidimos não levantar a questão para não prejudicar a coesão nacional, deixando-a para quando a mudança da Constituição for tratada. Somos propensos à democracia e por isso nos preocupa este artigo ser mantido na implantação da futura Constituição” afirmou o purpurado recordando que “ no País a igualdade não é aplicada a todos igualmente”, apesar de termos artigos que prevejam isso.
Por sua parte, o arcebispo maronita do Chipre, Dom Yousseif, revelou que “os cristãos, como também disse o Sínodo para o Oriente Médio, são portadores de cultura e de esperança, de paz e de reconciliação”.
Fonte:http://noticias.cancaonova.com/noticia.php?id=281197
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