terça-feira, 19 de abril de 2011

Mãe recusa recomendação de médicos e decide não abortar


Vanessa Luciano, de 22 anos, tem uma história semelhante à de Santa Gianna Beretta. Com problemas na gravidez, os médicos recomendaram que ambas fizessem um aborto para preservar a própria vida. Vanessa, assim como a santa italiana, acreditou no milagre de Deus e não concordou com a medicina.
Natural de Solânea, na Paraíba, ela e o esposo, Pedro Augusto, de 27 anos, queriam muito a criança e ficaram espantados com a notícia de um problema. “Quando estava grávida de dois meses resolvi ir para São Paulo ver minha família e conhecer a Canção Nova. Mas, antes disso, eu marquei uma ultrassonografia para tentar descobrir o sexo do bebê. Foi aí que o médico detectou que havia algo errado com minha gravidez, pois o líquido amniótico estava abaixo do normal”, explicou.
"Ela nasceu e viveu por 17 horas, as horas mais felizes de nossas vidas e que apagou todo nosso sofrimento”, conta Vanessa
Foto: Arquivo pessoal

Depois do susto, Vanessa passou por uma série de internações e exames até descobrir que seu bebê não tinha os rins. “De início eles achavam que minha bolsa já havia rompido, mas depois de vários exames, de um procedimento de infusão de líquido na barriga e de uma ultrassonografia morfológica, aos quatro meses de gestação, os médicos detectaram que nossa filha não tinha os rins e que ela não sobreviveria”.
Para confirmar o diagnóstico, o casal viajou para São Paulo a fim de realizar uma nova consulta. Os médicos comprovaram o quadro e deram uma sugestão a Vanessa e a Pedro: entrar na justiça para tirar a criança. Atualmente, no Brasil, o aborto é considerado crime, exceto em duas situações: de estupro e de risco de vida materno. Há ainda uma terceira possibilidade, quando da constatação de crianças malformadas, especialmente anencéfalas.

“A médica disse que ela ainda morreria na minha barriga, nos bateu um medo muito grande, mas sempre pedimos ao Senhor que Ele fizesse em primeiro lugar a Sua vontade. Se Ele nos deu o bebê, somente Ele podia tirar. Viemos embora para casa e aí começou uma nova luta, a de não perder a fé em Deus e conseguir enxergá-lo no nosso sofrimento”, testemunhou a jovem, explicando ainda a importância da comunidade católica nesse processo. “A Canção Nova foi fundamental para nos dar forças. Com ela, percebermos que o Senhor estava sempre conosco, principalmente nos momentos difíceis. Entramos numa constante oração assistindo à CN, participando de todos os momentos”.
O bebê de Vanessa e Pedro não tinha rins e sobreviveu apenas por 17 horas
Foto: Arquivo pessoal

No dia 18 de janeiro deste ano, faltando três dias para completar sete meses de gestação, nasceu a pequena Melissa Vitória de parto cesariana. “17 horas depois do nascimento ela foi para os braços do Pai, mas reconhecemos o milagre de Deus na nossa vida, mesmo ela não tendo sobrevivido. A médica dizia que ela morreria ainda dentro da minha barriga, mas ela nasceu e viveu por 17 horas, as horas mais felizes de nossas vidas e que apagou todo nosso sofrimento”, partilhou.
Para Vanessa, Deus sempre está do lado dos Seus filhos e usa de diversos meios para confortar nossas dores. “Deus nos deu forças para jamais desistirmos da nossa filha, e a Canção Nova foi canal, instrumento da graça e do amor do Pai por nós. Uma forma que encontramos para agradecer à comunidade por tudo foi nos tornando sócios evangelizadores. Queremos que possam continuar ajudando a muitas outras pessoas”, concluiu.
Este testemunho é a prova de que a missão da Canção Nova é levar as pessoas a terem uma experiência pessoal com Jesus. Você já viveu uma experiência de fé por intermédio da comunidade católica? Testemunhe a graça alcançada nos comentários desta matéria.

Seja um sócio evangelizador, escolha uma das opções abaixo:

segunda-feira, 18 de abril de 2011

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É isso ai, Jesus mandou, pescador eu sou! É esse o tema do 8º Encontro Nacional de Evangelizadores Infantis.
Estamos definindo os últimos detalhes para a realização do mesmo, mas já queremos lhe adiantar algumas coisas que já estão certas:
·        Data: 22, 23 e 24 de julho de 2011;
·        Local: Rua Camilo de Mattos, 673 - Campos Elíseos - Ribeirão Preto – SP;
·        Formas de hospedagem: hotel, alojamentos ou casas;
·        Custos: R$ 20,00 sem alimentação ou R$ 50,00 com alimentação;
·        Presenças: Hyde Flávia (coord. Nacional do MC), coordenadores estaduais do MC, integrantes do Conselho Nacional da RCC, etc.
Em breve encaminharemos o foulder eletrônico com maiores informações e disponibilizaremos nos sites da RCC a ficha de inscrição. Mas não perca tempo. Comece hoje mesmo a se preparar e montar sua caravana. Queremos lhe acolher de braços abertos, pois você é nosso convidado especial.
Temos a certeza de que o Menino Jesus tem algo especial reservado para você neste encontro. Venha lançar as redes conosco, afinal, foi Jesus quem mandou.

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Amar sem anular o outro

O autêntico amor cria no outro individualidade

O amor – em seu autêntico significado – é realidade que sempre fabrica vida e liberdade. É um sentimento, uma atitude que constantemente promove o bem e o realizar-se do objeto a que se ama.


O amor não pode ser confundido com um infundado desejo de posse, imbuído do intuito de devorar ou anular a personalidade do outro, transformando-o em um outro eu. Se assim o for, ele se transformará em um ilusório processo de manipulação, que acabará por ocultar toda sorte de egoísmos e carências infantis.


O amor, por definição, promove espaços de respeito e de autenticidade. Ele não manipula nem exige uma representação teatral, mas torna o outro cada vez mais ele mesmo, em um belo processo de acolhida da alteridade (diferença) que o compõe.


Um dos grandes erros que se pode cometer é querer amar alguém a partir apenas das próprias concepções, sem procurar entender como funciona o sistema de crenças – a cabeça – do outro e o que, de fato, lhe tem valor.


As pessoas são diferentes de nós e, assim, precisam ser respeitadas e acolhidas. É fato que por vezes a diferença nos assusta e desafia, contudo, não podemos impedi-la de acontecer, buscando trancafiá-la em um molde que só em nós encontrará o seu perfeito encaixe.


Quem ama não teme, acolhe. Acolhe o diferente que muitas vezes é até melhor que nós… e que por isso mesmo, acaba incomodando.


O outro é um outro, e assim precisa ser assimilado. Ele não tem a obrigação de gostar do que gostamos e de sempre ser o que queremos, para assim nos servir como a um fantoche afetivo, perenemente disposto a preencher nossas ausências e ideais desencontrados.


O autêntico amor cria no outro individualidade e autonomia afetiva, não o deixando eternamente escravo de nosso afeto.


Quem ama ensina o amado a também amar outras coisas além de si, pois acredita que quem foi profundamente amado não precisa ficar trancafiado neste registro afetivo, para disso se recordar.


Todo processo de posse e de excessiva exclusividade pode até ser chamado de amor, mas, no fundo, tem outros nomes, tais como apego e egoísmo.


Um amor que não promove no outro autonomia e capacidade de caminhar – individualmente – precisa ser revisto e purificado. Pois no exercício do amar, a pessoa precisa ser promovida e não absorvida pelo ato de quem ama.


O coração que deseja amar ajuda o outro a se descobrir e a, consequentemente, se assumir, solidificando, dessa forma, a própria personalidade e seu senso de autonomia pessoal.


Quem não se possui – não se compreende e não se tem… – não poderá se ofertar com qualidade, mas será suscetível de tornar-se objeto a ser anulado. Por isso, promovamos em nós mesmos e nos outros este processo de assumir-se/compreender-se, para que assim lancemos as concretas bases de um amor encarnado, que gera vida e que não se contradiz – não anula – em sua real missão e significado.
Foto Diácono Adriano Zandoná
verso.zandona@gmail.com
Adriano Zandoná Adriano Zandoná é diácono e missionário da Comunidade Canção Nova. Formado em Filosofia e Teologia, está atualmente se preparando para a Ordenação Sacerdotal. Apresenta os programas “Em sintonia com meu Deus” – diariamente, pela TV Canção Nova – e “Viver Bem” – aos finais de semana, pela Rádio Canção Nova AM 1120
twitter: @DiaconoAdrianoZ
http://blog.cancaonova.com/adrianozandona
Segunda-Feira, 18 de abril 2011, 11h03
Jesus, Pão da Vida
No Evangelho de São João, encontramos o discurso a respeito do Pão da Vida. Jesus antecipa aos discípulos o maravilhoso tesouro que iria nos deixar:

"Quem se alimenta com a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia. Pois minha carne é verdadeira comida e meu sangue é verdadeira bebida. Quem se alimenta com a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim, e eu nele" (Jo 6,54-56).

Depois de ouvirem as palavras de Jesus, os discípulos murmuraram: "Esta palavra é dura. Quem consegue escutá-la?" (Jo 6,60). Não foi o povo quem disse isso, muito menos os escribas, nem os fariseus ou os doutores da lei, nem mesmo os judeus contrários a Jesus: quem disse isso foram os Seus discípulos, os escolhidos para segui-Lo. Aqueles que o Senhor havia mandado à Sua frente, para pregarem e operarem milagres em Seu nome.

Depois das palavras de Jesus, "muitos discípulos o abandonaram e não mais andavam com ele" (Jo 6,66). Eles partiram, não acompanharam mais o Senhor. Poderíamos até pensar que esse foi um momento de crise dentro do ministério do Senhor Jesus. Ele corria o risco de perdê-los [discípulos], depois de prepará-los e formá-los. Portanto, se Jesus não quisesse dizer que Seu Corpo é verdadeira comida e Seu Sangue verdadeira bebida, com certeza teria chamado os discípulos de volta e explicado que se tratava de uma linguagem simbólica, espiritual.

Contudo, o Senhor não voltou atrás no que Ele queria dizer, apesar de Seus discípulos não aceitarem. Eles não tiveram a paciência de esperar. Se perseverassem, entenderiam que Jesus lhes daria o Seu Corpo e o Seu Sangue na forma de pão e vinho, pois foi isso que Ele realizou na Última Ceia.

Diante dessa situação, Jesus questionou os Doze: "Vós também quereis ir embora?" (Jo 6,67). Assim, correu o risco e desafiou os apóstolos. Foi como se dissesse: "Eles foram embora, porque não quiseram aceitar: acharam muito duro. Vocês também querem ir embora? Não posso e não vou voltar atrás. É isto mesmo que vou fazer: dar minha carne como comida e o meu sangue como bebida. Porque minha carne é a verdadeira comida, e o meu sangue é a verdadeira bebida. Vocês querem ir embora também?". Pedro logo respondeu: "A quem iremos, Senhor? Tu tens palavras de vida eterna" (Jo 6,68).

Pedro e os apóstolos permaneceram ao lado de Jesus. Pela graça de Deus, também permaneceremos com Pedro e com os apóstolos, ao ficarmos ao lado da Igreja, que acreditou nas palavras de Jesus Cristo: "Pois minha carne é verdadeira comida e meu sangue é verdadeira bebida. Quem se alimenta com a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim, e eu nele" (Jo 6,55-56).

Não podemos ser como os discípulos, que se afastaram por considerarem muito difícil a doutrina. Ou, ainda, como aqueles que celebram a ceia, mas não creem que Jesus está realmente presente na hóstia consagrada, não acreditam que Ele está renovando o Seu sacrifício em cada Santa Missa.

Embora não consigamos entender, com nossa inteligência, a maravilha que Jesus fez, ficamos com Pedro e com os apóstolos. Permanecemos com a Igreja e professamos: "A quem iríamos, Senhor? Somente tu tens palavras de vida eterna. Cremos e sabemos que tu és o Santo Deus".

Jesus falou em “carne e sangue” para não pensarmos que se tratasse de um símbolo ou somente de um espírito. Ele especificou bem: "Pois minha carne é verdadeira comida e meu sangue é verdadeira bebida. Quem se alimenta com a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim, e eu nele". Assim, deixa claro o seguinte: "Eu não dou apenas espiritualmente, eu me dou verdadeiramente. O mesmo Corpo que foi estraçalhado na cruz e que hoje está diante do Pai é o Corpo que eu vos dou. O mesmo Sangue que foi derramado na cruz, pela vossa salvação, eu hoje vos dou, para que tenhais a vida eterna, e para ressuscitardes Comigo no último dia".

É o mistério da fé. A pessoa humana de Jesus pode estar onde quiser, como a velocidade do pensamento: não há empecilhos. Pode passar pelas paredes, pelas pedras, não tem peso. É assim também o Corpo ressuscitado e glorioso de Jesus.

(Trecho extraído do livro “Eucaristia - nosso tesouro” de monsenhor Jonas Abib)




sábado, 16 de abril de 2011

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O Domingo de Ramos

Quantas lições nos deixam essa festa litúrgica!

A Semana Santa começa no Domingo de Ramos, porque celebra a entrada de Jesus em Jerusalém montado em um jumentinho – o símbolo da humildade – e aclamado pelo povo simples, que O aplaudia como "Aquele que vem em nome do Senhor". Esse mesmo povo O havia visto ressuscitar Lázaro de Betânia havia poucos dias e estava maravilhado. E tinha a certeza de que este era o Messias anunciado pelos profetas; mas tinha se enganado no tipo de Messias que o Senhor era. Pensavam que fosse um Messias político, libertador social que fosse arrancar Israel das garras de Roma e devolver-lhe o apogeu dos tempos de Salomão.

Para deixar claro a esse povo que não era um Messias temporal e político, um libertador efêmero, mas o grande libertador do pecado, a raiz de todos os males, então, Cristo entra na grande cidade, a Jerusalém dos patriarcas e dos reis sagrados, montado em um jumentinho; expressão da pequenez terrena, pois não Ele é um Rei deste mundo!

Dessa forma, o  Domingo de Ramos é o início da Semana que mistura os gritos de hosanas com os clamores da Paixão de Cristo. O povo acolheu Jesus abanando seus ramos de oliveiras e palmeiras. Os ramos significam a vitória: “Hosana ao Filho de Davi: bendito seja o que vem em nome do Senhor, o Rei de Israel; hosana nas alturas”.

Os ramos santos nos fazem lembrar que somos batizados, filhos de Deus, membros de Cristo, participantes da Igreja, defensores da fé católica, especialmente nestes tempos difíceis em que ela é desvalorizada e espezinhada.
Os ramos sagrados que levamos para nossas casas, após a Santa Missa [do Domingo de Ramos], lembram-nos de que estamos unidos a Cristo na mesma luta pela salvação do mundo, a luta árdua contra o pecado, um caminho em direção ao Calvário, mas que chegará à Ressurreição.

O sentido da Procissão de Ramos é mostrar essa peregrinação sobre a terra que cada cristão realiza a caminho da vida eterna com Deus. Ela nos recorda que somos apenas peregrinos neste mundo tão passageiro, tão transitório, que se gasta tão rapidamente. Mostra-nos que a nossa pátria não é neste mundo, mas na eternidade, que aqui nós vivemos apenas em um rápido exílio em demanda pela casa do Pai.

A Missa do Domingo de Ramos traz a narrativa de São Lucas sobre a Paixão de Nosso Senhor Jesus: Sua angústia mortal no Horto das Oliveiras, o Sangue vertido com o suor, o beijo traiçoeiro de Judas, a prisão, os maus-tratos nas mãos dos soldados na casa de Anãs, Caifás; o julgamento iníquo diante de Pilatos, depois, diante de Herodes, a condenação, o povo a vociferar “Crucifica-o, crucifica-o”; as bofetadas, as humilhações, o caminho percorrido até o Calvário, a ajuda do Cirineu, o consolo das santas mulheres, o terrível madeiro da cruz, o diálogo com o bom ladrão, a morte e sepultura.

A entrada “solene” de Jesus em Jerusalém foi um prelúdio de Suas dores e humilhações. Aquela mesma multidão que O homenageou, motivada por Seus milagres, agora Lhe vira as costas e muitos pedem a Sua morte. Jesus, que conhecia o coração dos homens, não estava iludido. Quanta falsidade nas atitudes de certas pessoas! Quantas lições nos deixam esse dia [Domingo de Ramos]!

O Mestre nos ensina com fatos e exemplos que o Seu Reino, de fato, não é deste mundo. Que ele não veio para derrubar César e Pilatos, mas para derrubar um inimigo muito pior e invisível, o pecado. E para isso é preciso se imolar; aceitar a Paixão, passar pela Morte para destruir a morte; perder a Vida para ganhá-la.

A muitos o Senhor decepcionou; pensavam que Ele fosse escorraçar Pilatos e reimplantar o reinado de Davi e Salomão em Israel; mas Ele vem montado em um jumentinho frágil e pobre. "Que Messias é este? Que libertador é este? É um farsante! É um enganador, merece a cruz por nos ter iludido", pensaram. Talvez Judas tenha sido o grande decepcionado.
O Domingo de Ramos ensina-nos que a luta de Cristo e da Igreja, e consequentemente a nossa também, é a luta contra o pecado, a desobediência à Lei sagrada de Deus que hoje é calcada aos pés até mesmo por muitos cristãos que preferem viver um cristianismo “light”, adaptado aos seus gostos e interesses e segundo as suas conveniências. Impera como disse Bento XVI, a ditadura do relativismo.

O Domingo de Ramos nos ensina que seguir o Cristo é renunciar a nós mesmos, morrer na terra como o grão de trigo para poder dar fruto, enfrentar os dissabores e ofensas por causa do Evangelho do Senhor. Estar disposto a carregar a cruz com aquele que a levou até o Calvário sem abandoná-la. Estar disposta a defender o Cristo e a Igreja com novo ardor, e com novo ânimo, especialmente hoje em eles são tão aviltados em todo mundo.
Foto Felipe Aquino
felipeaquino@cancaonova.com
Prof. Felipe Aquino, casado, 5 filhos, doutor em Física pela UNESP. É membro do Conselho Diretor da Fundação João Paulo II. Participa de aprofundamentos no país e no exterior, escreveu mais de 60 livros e apresenta dois programas semanais na TV Canção Nova: "Escola da Fé" e "Trocando Idéias". Saiba mais em Blog do Professor Felipe Site do autor: www.cleofas.com.br

Bons amigos

Mensagens

09/04/2011

Abençoados os que possuem amigos, os que os têm sem pedir.
Porque amigo não se pede, não se compra, nem se vende.
Amigo a gente sente!
Benditos os que sofrem por amigos, os que falam com o olhar.
Porque amigo não se cala, não questiona, nem se rende.
Amigo a gente entende!
Benditos os que guardam amigos, os que entregam o ombro pra chorar.
Porque amigo sofre e chora.
Amigo não tem hora pra consolar!
Benditos sejam os amigos que acreditam na tua verdade ou te apontam a realidade.
Porque amigo é a direção.
Amigo é a base quando falta o chão!
Benditos sejam todos os amigos de raízes, verdadeiros.
Porque amigos são herdeiros da real sagacidade.
Ter amigos é a melhor cumplicidade!
Há pessoas que choram por saber que as rosas têm espinho,
Há outras que sorriem por saber que os espinhos têm rosas!